Como uma série de escolhas ruins resultam no que já era esperado
Ontem eu fui realizar a primeira prova da nova faculdade. Contexto: comecei Ciência da Computação enquanto ainda dava aulas na UNIP e parei pois não queria um burnout. Pedi demissão da UNIP, casei, resolvi recomeçar o curso em outra instituição.Sendo a primeira prova Algoritmos, e já tendo estudado isso na UNIP achei que iria ser melhor desta vez. Me enganei. O conteúdo ainda não está fixo. O que leva à velha máxima: a prática é amiga da perfeição.
Confesso que queria apenas concluir as aulas e pouco liguei para os exercícios. Conhecimento não aparece assim. Achei que dava para ser. Não foi. Já era esperado? Sim, com certeza. Apostar na sorte quando não se está preparado é sempre um grande risco.
Me resta rever e mudar o resultado.
Falando em mudanças, acho que são muitas as necessárias.
Mudar a forma de sentir. Mudar o leito do rio de sentimentos.
Ser responsável pela minha própria trajetória. Ser humilde o suficiente para pedir ajuda.
As coisas no trabalho não me satisfazem. Sei que meu valor de mercado é maior. Todavia, só isso não irá fazer com que eu receba o que mereço.
O fracasso como resultado das escolhas que faço.
Não tem segredo. É como dois e dois são quatro.
Se o óbvio precisa ser dito, as escolhas precisam ser feitas.
Não basta a mim somente escolher. É preciso trilhar o caminho. Essa mudança é desconfortável, mas desconforto por desconforto, prefiro ganhar mais.
Acredito que esse é um ponto importante: não me responsabilizar pelo desconforto do outro.
Seria mentira se eu dissesse que não espero isso dos outros. Espero ser o Sol. A razão e o motivo.
No fundo, está todo mundo cagando para a minha existência.
Me resta estudar. Me resta aprender. Me resta ir bem na próxima prova.




